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Alfredo Bello: pesquisador musical relembra momentos que viveu na UnB

Em 23/4/2013, 13:28 por leypedrosa
Foto: Mônica Bento Música, pesquisa, produção musical e discotecagem. Também ex-estudante de Música na UnB e ex-integrante de uma das bandas mais conhecidas na década de 90 na Universidade de Brasília. A breve descrição é de Alfredo Bello, músico com presença nacional e internacional a partir do seu trabalho com a Cultura Tradicional Brasileira Bello tocou na Banda Os Cachorros das Cahorras, conhecida por todos os alunos do início de 1990.

Helival Rios: as primeiras moradias estudantis

Em 13/3/2013, 14:33 por Helival Rios
Estimulado pelas crônicas divulgadas no site, o jornalista Helival Rios resolveu deixar registradas suas memórias dos primeiros anos de alojamento estudantil na UnB. Tenho também muitas lembranças daqueles tempos. Numa dessas varreduras por material dito “subversivo”, levaram todos os meus livros não didáticos: livros de Lênin, Trotsky, Marx, Engels, “O Manifesto do Partido Comunista” e biografias de Che e de Fidel. Mas o incrível é que não levaram “O capital”, de Marx.

Eduardo Medistch e os primeiros anos da Colina

Em 13/3/2013, 12:53 por leypedrosa
“Lembro-me de brincar entre as obras da UnB”, relata o professor de jornalismo da UFSC, Eduardo Meditsch, que viveu 2 anos de sua infância na Colina entre 1964 e 1965. O professor de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Eduardo Meditsch, possui uma longa trajetória como jornalista em rádios, jornais e tevê no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Mas Meditsch também traz, em sua bagagem, lembranças permanentes de sua passagem, quando criança, pela Universidade de Brasília.

Crônica "Morar na UnB: os COs, a Oca e as Casinhas" (Luiz Martins)

Em 7/2/2013, 12:07 por Luiz Martins da Silva
Em crônica descontraída sobre o período em que viveu no “CO”, como era chamada a CEU na época, o agora professor da Faculdade de Comunicação contextualiza a história dos alojamentos da UnB e conta casos de repressão a estudantes-moradores. A história dos alojamentos estudantis da Universidade de Brasília é muito rica. E repleta de episódios: alegres, tristes e até lendários. Os blocos, à maneira do Catetinho, eram de madeira. E o primeiro destaque vai para um tipo unilateral de disciplina: nos alojamentos dos homens não entrava mulher.

Morar na UnB: os COs, a Oca e as Casinhas

Em 7/2/2013, 12:07 por Luiz Martins da Silva
Em crônica descontraída sobre o período em que viveu no “CO”, como era chamada a CEU na época, o agora professor da Faculdade de Comunicação contextualiza a história dos alojamentos da UnB e conta casos de repressão a estudantes-moradores. A história dos alojamentos estudantis da Universidade de Brasília é muito rica. E repleta de episódios: alegres, tristes e até lendários. Os blocos, à maneira do Catetinho, eram de madeira. E o primeiro destaque vai para um tipo unilateral de disciplina: nos alojamentos dos homens não entrava mulher.

Depoimento: confira histórias curiosas de um morador do CEU na década de 90

Em 15/1/2013, 13:24 por pv
O ator Reverson dos Anjos revela, em depoimento ao portal, que os melhores anos da sua vida foram os que passou na Casa do Estudante da UnB (CEU) Reverson dos Anjos morou na Casa do Estudante da Universidade de Brasília no final da década de 1990, quando se graduou em Desenho Industrial. Apesar de ter feito especialização em Arte Educação e Tecnologia e mestrado em Transportes, o ator das companhias “Os Sei Lá Quem” e “Teatro do Instante” revela que os melhores anos de sua vida foram os que passou na CEU.

Rodrigo Caetano relata experiência na Secom da UnB entre 2002 e 2008

Em 10/1/2013, 12:01 por Leyberson Pedrosa e Fernando Molina
Assessor e Secretário de Comunicação da UnB entre 2002 e 2008, o jornalista e biólogo Rodrigo Caetano conta como ajudou a implementar uma redação na comunicação institucional da UnB Foto: Leyberson Pedrosa A história da Universidade de Brasília também é marcada pela sua estrutura de comunicação institucional. Em entrevista para a UnB nos estúdios da UnB TV, o jornalista Rodrigo Caetano relata como, aos 23 anos, e após trabalhar na Redação do Correio Braziliense, assumiu os desafios de repensar a estratégia de comunicação institucional da universidade em 2002 frente às mudanças provacadas pela expansão da internet.

Depoimento: Guilherme Moura, formado pela CEU e pela UnB

Em 18/12/2012, 13:48 por pv
Guilherme Moura Fagundes morou na Casa do Estudante Universitário (CEU) desde o começo de sua graduação em Ciências Sociais até o desalojamento da Casa para reforma. Após se formar, passou em primeiro lugar na seleção de mestrado em Antropologia na UnB, resultado que atribui à política de cotas e de assistência estudantil da Universidade. “Eu sou a Casa do Estudante em pessoa”, sintetiza Guilherme, 25, sobre o período em que conviveu no campus universitário Darcy Ribeiro.

Depoimento: o ilustrador Fernando Mignot fala sobre a importância de se fazer um curso superior

Em 29/11/2012, 12:40 por Edição: Leyberson Pedrosa
Atualmente servidor público da UnB, o desenhista Fernando Mignot conta sua relação de pertencimento com instituição mesmo sem terminar os cursos que ingressou. Bloco residencial na Asa Norte. Desenho: Fernando Mignot Nascido em Niterói (RJ) em 1954, o servidor da UnB do setor de arquivos, Fernando Mignot, começou trabalhar cedo como desenhista tanto para órgãos do Exército e Ministério da Fazenda. No começo da década de 80, enquanto ele estava no Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) do Rio de Janeiro, surgiu a oportunidade de vir para Brasília, onde aproveitou para ingressar no curso de arquitetura na Universidade de Brasília.

Aprovada na 1ª turma de Letras, Neusa Dourado conta como era o perfil dos estudantes na época

Em 27/11/2012, 14:02 por leypedrosa
Obras em construção, carona solidária, entrosamento entre os estudantes, participação voluntária e aulas magnas. 2012? Não. Conheça como era a realidade dos primeiros estudantes da UnB em 1962. Foto de capa: Leyberson Pedrosa Em fevereiro de 1962, a relação de 413 aprovados em Direito, Letras, Arquitetura e Urbanismo e Economia foi afixada nas paredes do Ministério da Saúde. Entre os nomes listados, estava o da jovem Neusa Dourado com apenas 20 anos.