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1977

Novas invasões militares

Estudantes e professores fazem protesto na L2 Norte pedindo a demissão do reitor José Carlos de Almeida Azevedo. Durante o ano, a universidade sofre três invasões militares.

19 de maio

A data é escolhida, pelo movimento estudantil, como o Dia Nacional da Luta. Pela manhã, eles ocupam a praça Édson Luís e os arredores da Faculdade de Educação em assembléia. Depois, dirigem-se em passeata até a Reitoria e fazem novos protestos defronte ao Restaurante Universitário.

30 de maio

Identificados como líderes das manifestações, 16 alunos são suspensos.

31 de maio

Estudantes decidem entrar em greve por tempo indeterminado. O reitor Azevedo chama a Polícia Militar.

5 de junho

Os professores resolvem agir: 150 professores deles se oferecem como mediadores do conflito.

6 de junho

Por volta de 12h, as tropas militares invadem mais uma vez a instituição, prendem estudantes e intimam professores e funcionários

17 de junho

Primeira reunião do Conselho Universitário (Consuni) desde a criação. Na pauta, as punições aplicadas pelo reitor Azevedo. Com exceção dos professores José Carlos Coutinho e Marco Antônio Rodrigues Dias, o Consuni legitima as sanções. As aulas são suspensas por 30 dias. Azevedo manda abrir inquérito. No total, 64 estudantes são punidos. Alguns alunos entram com pedido de habeas corpus para assegurar seu direito de assistir às aulas.

27 de outubro e 7 de novembro

Duas novas invasões de tropas policiais, uma para impedir uma assembléia, outra para vetar a encenação da peça teatral ‘O Preço da Liberdade é a Eterna Vigilância’.